Posts Mentioning RSS Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • rogério costa. 3:47 pm em 11/07/2009 Link Permanente | Responder  

    Dossiê Universo Jovem 4: Sustentabilidade da MTV 

    O Blog do Rogério está em novo endereço: blog.costalencar.com.br

    Assista o vídeo do Dossiê Universo Jovem 4: Sustentabilidade da MTV.

    dossie-universo-jovem-4-sustemtabilidade-mtv

     
  • rogério costa. 3:02 pm em 09/07/2009 Link Permanente | Responder  

    Leite Moça, por quê? 

    A jovem com trajes típicos que aparece no rótulo da embalagem é uma camponesa suíça do século XIX. Naquela época, o leite condensado mais popular da Suíça tinha a marca La Laitière, que significa vendedora de leite.

    Quando esse leite foi exportado para outros países, procurou-se um nome equivalente na língua de cada região para onde o produto foi levado, nome sempre associado à figura da camponesa típica, com seus baldes de leite. Em espanhol, por exemplo, foi adotada a marca La Lechera.

    “As pessoas tinham dificuldade para pronunciar esse nome e passaram a chamar o produto de o leite da moça.”

    No Brasil, quando o produto começou a ser importado, em 1890, adotou-se inicialmente, por falta de um equivalente adequado em português, o nome inglês Milkmaid, tradução de La Laitière. Mas as pessoas tinham dificuldade para pronunciar esse nome e passaram a chamar o produto de o leite da moça, referindo-se à ilustração da camponesa.

    Assim, quando a Nestlé iniciou a produção do leite condensado no País, em 1921, optou pela solução lógica de utilizar uma designação criada espontaneamente pelos consumidores.

    Foi assim que surgiu a tradicional marca Leite Moça, uma marca legitimamente batizada pelas consumidoras que passaram a ensinar suas filhas e netas como preparar maravilhas com Leite Moça.

    Leia mais sobre a história de Leite Moça.

     
  • rogério costa. 3:25 am em 13/05/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: índio, cultura, havaianas   

    as brasileirinhas 

    impressionante como as brasileirinhas estão presentes, eu diria, em todas as culturas.

    antes, os índios eram auto sustentáveis. chegaram os portugueses e iniciaram um processo de miscigenação - os costumes dos caras pálidas sendo imposta aos peles vermelhas.

    durante o 2º fórum internacional de comunicação e sustentabilidade, o índio andré baniwa – vice prefeito de são gabriel da cachoeira, revelou que, hoje, um índio precisa só de r$ 1.800,00 / ano para sobreviver. demais necessidades são colhidas na natureza.

    no show de encerramento do evento, uma apresentação pra lá de inusitada me surpreendeu. um momento inesquecível! mas, um detalhe chamou atenção: as brasileirinhas. mesmo nos rituais, os índios brasileiros já não são mais os mesmos.

    seria isso fruto da globalização (luso brasiliense, iniciada em 1.500) ou do marketing seguido de propaganda?

    a verdade é que havaianas é tão brasileira que nem índio resiste (risos).

    homem branco inventou havaianas, todo mundo usa.

    recuse imitações!

     
  • rogério costa. 1:33 pm em 15/04/2009 Link Permanente | Responder  

    [ sem título ] 

    seguindo o embalo da polêmica referente as novas regras do cigarro, principalmente em são paulo, resolvi postar um texto que escrevi na faculdade.

    o filme “obrigado por fumar” aborda uma discussão, principalmente, entre elites. antigamente os eios de comunicação de massa (mcm) eram patrocinados pela indústria do tabaco. hoje, o estado é quem investe e combate o consumo do cigarro.

    por deter informação e conhecimento, o lobista (personagem principal do filme) consegue persuadir os opositores. todos podiam expor os pontos de vista. mesmo assim, o selo que deveria ser estampado nas embalagens de cigarro não foi aprovado. o argumento era que as pessoas apoiam-se nas escolhas e opiniões.

    com essa idéia, a indústria encontrou no cinema (jovens foram lembrados na reunião dos executivos) uma estratégia para aumentar as vendas. ou seja, reiterando normas sociais e canalizando as atitudes básicas dos consumidores através da propaganda.

    em contrapartida, o estado tinha como objetivo alterar as normas sociais.

    ambas as partes utilizavam-se da racionalidade para arquitetar uma comunicação eficiente. mas, no contexto, o resultado não foi tão favorável ao estado.

    ainda hoje, mesmo sabendo dos malefícios, pessoas consomem o produto. muitas vezes por atribuições de status, imagem favorável aos mcm e que elevam o prestígio social.

     
  • rogério costa. 2:29 am em 25/12/2008 Link Permanente | Responder
    Tags: , fotos, mário quintana, paulista   

    cores_ 

    dia desses resolvi experimentar ao máximo. desloquei-me até à av. paulista, em são paulo, para tirar fotos noturnas com movimento.

    a experiência foi curiosa!

    aproveitando o clima de festa, fiz um cartão todo poético.

    agora cá entre nós, é tempo de alegria. portanto, beba com moderação e coma um montão!

    que paradoxo heim!?


    foto: rogério costa, pq. trianon, são paulo, 2008

     
  • Rogério Costa 2:50 pm em 05/10/2008 Link Permanente | Responder  

    eu vou_ 

    Confira os detalhes da Semana no http://www.cantareira.br

     
  • Rogério Costa 9:01 pm em 04/10/2008 Link Permanente | Responder  

    O ANALFABETO POLÍTICO EM CORDEL_ 

    Autor: Cacá Lopes

    Peço atenção aos senhores
    Sem medo de ser feliz
    Pra descrever em cordel
    Fazer valer o que diz
    O analfabeto político
    Um texto bastante crítico
    Pra alertar meu País

    Ofereço as pessoas
    Quem não gostam de política
    Que não exercem o ofício
    Dela não se identifica
    O original é dum Alemão
    Serve pra qualquer Nação
    É uma história verídica

    Em todo canto do mundo
    Há o pior analfabeto
    O que fala que não gosta
    De política, é direto
    Ele não ouve, não fala
    Não participa, se cala
    Não é cidadão completo

    Ele não tá nem aí
    Pros problemas do País
    Não sabe, o custo de vida
    Depende do infeliz
    O preço do aluguel
    Transforma o doce em fel
    Fecha filial e matriz

    O preço do arroz, da carne
    Sobe qui nem um balão
    Remédio, leite e sapato
    Também eleva a inflação
    Tudo o que há pra comprar
    Depende da ação a tomar
    No dia da eleição

    Analfabeto político
    É um tolo de primeira
    Se orgulha, estufa o peito
    Pra dizer grande asneira
    Que à política, odeia
    Chega a fazer cara feia
    Ao falar essa besteira

    Não sabe esse sujeito
    Que da sua ignorância
    Nasce a fome, a violência
    O medo, a intolerância
    O menor abandonado
    O ladrão que segue armado
    Cresce o ódio e a ganância

    Quem não vota consciente
    Tá dando o braço a torcer
    Dá carta branca ao corrupto
    Miséria vive a crescer
    Difícil se conformar
    Ver o mal político roubar
    E ao povo corromper

    Há um ditado que diz
    Que “quem se cala consente”
    Portanto, seja esperto
    Dê seu voto consciente
    Conheça seu candidato
    Seu passado, cada ato
    Seja um cidadão descente

    Bertold Brecht previa
    Ao escrever seu poema
    O pior analfabeto
    É o que não muda o sistema
    Sai votando em qualquer um
    Quem age assim é comum
    Compra sua própria algema

    É muito fácil dizer
    Que todo político é igual
    Que é farinha do mesmo saco
    Que é ladrão e desleal
    Difícil é se informar
    Pesquisar, fiscalizar
    Eis aí o grande mal

    Tem gente que troca voto
    Por cimento, dentadura
    Camiseta, cesta básica
    Favores na prefeitura
    Quem compra votos, errou
    E quem vende, já cavou
    Sua própria sepultura

    Seja participativo
    Fuja da alienação
    Não se deixe enganar
    Pra não piorar a Nação
    Se você votar errar
    Nosso povo tá ferrado
    Faça uma reflexão

    Tem até uns mandamentos
    Pra melhorar a Nação
    Não deixe de votar é
    O primeiro, em questão
    Pense no que estou falando
    Não vote contrariando
    Sua própria opinião

    Procure não contemplar
    Quem espalha dissabores
    Seu voto é valioso
    Não o troque por favores
    Manchetes sempre eu leio
    Que nosso País tá cheio
    De corruptos, corruptores

    Não vote sem conhecer
    O programa do candidato
    E também sua conduta
    Caráter de fino trato
    Aquele que bem analisa
    Não deixa nenhuma pesquisa
    Mudar o seu voto, de fato

    A política tá na bíblia
    Na família, na igreja
    Na indústria, no futebol
    Tá no jornal e na veja
    Pra eleger um novo Papa
    Tem eleição, nem lá escapa
    Ora, amém! Que assim seja

    A política tá na escola
    Na rua, na construção
    Tá na roda de amigos
    Na cidade e no sertão
    Com ética e dignidade
    Com política de verdade
    Se constrói uma Nação

    Se você está pensando
    Em seu voto anular
    Diz que vai votar em branco
    Somente pra protestar
    Nem assim, tô lhe afirmando
    Alguém vai sair ganhando
    O melhor é participar

    Pra grande parte do povo
    A política tanto faz
    Não se lembra em quem votou
    Há quatro anos atrás
    O que se faz em um segundo
    Ajuda a mudar o mundo
    Reflita! Você é capaz!

    O país se mobilisa
    É tempo de eleição
    Aí estão os candidatos
    Apertando sua mão
    Analise suas propostas
    Não devemos dá as costas
    Pros problemas da região

    Não vote naqueles que
    Fogem da democracia
    Se envolvem em escândalos
    Propinas do dia-a-dia
    Falta vontade política
    A minoria pratica
    O dom da cidadania

    Pense e dia não aos “drogas”
    Aos bandidos da Nação
    Se não fosse a impunidade
    Não haveria corrupção
    Quem rouba pouco vai preso
    Quem rouba muito sai ileso
    É grande a esculhambação

    Fora o voto tem outra arma
    Que é forte, tem poder
    É a mobilização
    Sua força faz tremer
    Quando o povo tá unido
    Ele não será vencido
    Só basta a massa querer

    Mas parece que o povo
    Há tempo se acomodou
    Não almeja mais mudanças
    Acomodado ficou
    Revolução pelo voto
    Não é um jogo da loto
    É a chance que restou

    A política só é chata
    Para quem não participa
    Para quem não tem um sonho
    Não luta, não antecipa
    Pra quem não crê no futuro
    Só fica em cima do muro
    O corrupto mete a ripa

    Separe o joio do trigo
    Não julgue que todos são
    Iguais em picaretagem
    Roubalheira, podridão
    Amigo! não leve a mal!
    Pois pessoa desigual
    Há em qualquer profissão.

    Espero que esses versos
    De cordel e poesia
    Ajude ao eleitor
    Votar com soberania
    Que a cada eleição
    A nossa população
    Alcance a cidadania.

    Fim.

     
  • Rogério Costa 3:48 am em 28/07/2008 Link Permanente | Responder  

    animação e humor_ 

    ola pessoa!

    veja só que filme legal e sarcástico. muito loco mano!

     
  • Rogério Costa 4:10 am em 27/05/2008 Link Permanente | Responder  

    despocotizando o BraZil 

    Volta e meia questiono sobre qual motivo boa parte dos brasileiros não valorizam a riqueza que tem e graças ao consumo, consegue seus 15 minutos de fama graças a modinhas ou mesmo estrangeirismos vindos de outras bandas do planeta.

    Nossa história é rica, as referências de paisagens, cultura, valores e… enfim! Como diria Roberto Carlos – são tantas emoções – que ser aprovei

     
  • Rogério Costa 10:47 pm em 21/03/2008 Link Permanente | Responder  

    Enriquecendo o Vocabulário 


    Um dia desses durante a aula de publicidade me deparei com uma palavra um tanto curiosa. Espevitada. É interessante como adjetivos com características de atrevimento, inquietação, ousadia e outros podem ser resumidos em uma única palavra – espevitada.

    Pois éh! Foi exatamente este termo que o professor utilizou ao se referir a uma pessoa que é literalmente espevitada.

    Tenho a impressão de que essa palavra era usada pelos meus tataravós e hoje pode ser usada com significados criativos e talvez exóticos.

    Tudo isso é tão curioso que eu fiz questão de pegar na estante, o velho dicionário que comprei ainda na terceira série, por sinal estava todo empueirado, e contemplei o verdadeiro significado da palavra em questão.

    Hoje se fala muito da tendência “retro”. Talvez essa seja uma boa palavra a ser agredada no repertório cultural humano.

    Afinal, estimular a criatividade pode ser algo muito excitante de se fazer!

    espevitarv. tr.,
    aparar o morrão de;
    atiçar, avivar;

     

    fig.,
    estimular;

    pop.,
    tornar afectado;

    v. refl.,
    mostrar-se afectado, atrevido nos modos ou no falar.

     
c
escrever novo post
j
próxima postagem/ próximo comentário
k
postagem anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
vá para login
h
show/hide help
esc
cancelar