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rogério costa.
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rogério costa.
Leite Moça, por quê?
A jovem com trajes típicos que aparece no rótulo da embalagem é uma camponesa suíça do século XIX. Naquela época, o leite condensado mais popular da Suíça tinha a marca La Laitière, que significa vendedora de leite.
Quando esse leite foi exportado para outros países, procurou-se um nome equivalente na língua de cada região para onde o produto foi levado, nome sempre associado à figura da camponesa típica, com seus baldes de leite. Em espanhol, por exemplo, foi adotada a marca La Lechera.
“As pessoas tinham dificuldade para pronunciar esse nome e passaram a chamar o produto de o leite da moça.”
No Brasil, quando o produto começou a ser importado, em 1890, adotou-se inicialmente, por falta de um equivalente adequado em português, o nome inglês Milkmaid, tradução de La Laitière. Mas as pessoas tinham dificuldade para pronunciar esse nome e passaram a chamar o produto de o leite da moça, referindo-se à ilustração da camponesa.
Assim, quando a Nestlé iniciou a produção do leite condensado no País, em 1921, optou pela solução lógica de utilizar uma designação criada espontaneamente pelos consumidores.
Foi assim que surgiu a tradicional marca Leite Moça, uma marca legitimamente batizada pelas consumidoras que passaram a ensinar suas filhas e netas como preparar maravilhas com Leite Moça.
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rogério costa.
as brasileirinhas
impressionante como as brasileirinhas estão presentes, eu diria, em todas as culturas.
antes, os índios eram auto sustentáveis. chegaram os portugueses e iniciaram um processo de miscigenação - os costumes dos caras pálidas sendo imposta aos peles vermelhas.
durante o 2º fórum internacional de comunicação e sustentabilidade, o índio andré baniwa – vice prefeito de são gabriel da cachoeira, revelou que, hoje, um índio precisa só de r$ 1.800,00 / ano para sobreviver. demais necessidades são colhidas na natureza.
no show de encerramento do evento, uma apresentação pra lá de inusitada me surpreendeu. um momento inesquecível! mas, um detalhe chamou atenção: as brasileirinhas. mesmo nos rituais, os índios brasileiros já não são mais os mesmos.
seria isso fruto da globalização (luso brasiliense, iniciada em 1.500) ou do marketing seguido de propaganda?
a verdade é que havaianas é tão brasileira que nem índio resiste (risos).
homem branco inventou havaianas, todo mundo usa.
recuse imitações!

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rogério costa.
[ sem título ]
seguindo o embalo da polêmica referente as novas regras do cigarro, principalmente em são paulo, resolvi postar um texto que escrevi na faculdade.
o filme “obrigado por fumar” aborda uma discussão, principalmente, entre elites. antigamente os eios de comunicação de massa (mcm) eram patrocinados pela indústria do tabaco. hoje, o estado é quem investe e combate o consumo do cigarro.
por deter informação e conhecimento, o lobista (personagem principal do filme) consegue persuadir os opositores. todos podiam expor os pontos de vista. mesmo assim, o selo que deveria ser estampado nas embalagens de cigarro não foi aprovado. o argumento era que as pessoas apoiam-se nas escolhas e opiniões.
com essa idéia, a indústria encontrou no cinema (jovens foram lembrados na reunião dos executivos) uma estratégia para aumentar as vendas. ou seja, reiterando normas sociais e canalizando as atitudes básicas dos consumidores através da propaganda.
em contrapartida, o estado tinha como objetivo alterar as normas sociais.
ambas as partes utilizavam-se da racionalidade para arquitetar uma comunicação eficiente. mas, no contexto, o resultado não foi tão favorável ao estado.
ainda hoje, mesmo sabendo dos malefícios, pessoas consomem o produto. muitas vezes por atribuições de status, imagem favorável aos mcm e que elevam o prestígio social.
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rogério costa.
cores_
dia desses resolvi experimentar ao máximo. desloquei-me até à av. paulista, em são paulo, para tirar fotos noturnas com movimento.
a experiência foi curiosa!
aproveitando o clima de festa, fiz um cartão todo poético.
agora cá entre nós, é tempo de alegria. portanto, beba com moderação e coma um montão!
que paradoxo heim!?

foto: rogério costa, pq. trianon, são paulo, 2008 -
Rogério Costa
eu vou_
Confira os detalhes da Semana no http://www.cantareira.br
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Rogério Costa
O ANALFABETO POLÍTICO EM CORDEL_
Autor: Cacá Lopes
Peço atenção aos senhores
Sem medo de ser feliz
Pra descrever em cordel
Fazer valer o que diz
O analfabeto político
Um texto bastante crítico
Pra alertar meu PaísOfereço as pessoas
Quem não gostam de política
Que não exercem o ofício
Dela não se identifica
O original é dum Alemão
Serve pra qualquer Nação
É uma história verídicaEm todo canto do mundo
Há o pior analfabeto
O que fala que não gosta
De política, é direto
Ele não ouve, não fala
Não participa, se cala
Não é cidadão completoEle não tá nem aí
Pros problemas do País
Não sabe, o custo de vida
Depende do infeliz
O preço do aluguel
Transforma o doce em fel
Fecha filial e matrizO preço do arroz, da carne
Sobe qui nem um balão
Remédio, leite e sapato
Também eleva a inflação
Tudo o que há pra comprar
Depende da ação a tomar
No dia da eleiçãoAnalfabeto político
É um tolo de primeira
Se orgulha, estufa o peito
Pra dizer grande asneira
Que à política, odeia
Chega a fazer cara feia
Ao falar essa besteiraNão sabe esse sujeito
Que da sua ignorância
Nasce a fome, a violência
O medo, a intolerância
O menor abandonado
O ladrão que segue armado
Cresce o ódio e a ganânciaQuem não vota consciente
Tá dando o braço a torcer
Dá carta branca ao corrupto
Miséria vive a crescer
Difícil se conformar
Ver o mal político roubar
E ao povo corromperHá um ditado que diz
Que “quem se cala consente”
Portanto, seja esperto
Dê seu voto consciente
Conheça seu candidato
Seu passado, cada ato
Seja um cidadão descenteBertold Brecht previa
Ao escrever seu poema
O pior analfabeto
É o que não muda o sistema
Sai votando em qualquer um
Quem age assim é comum
Compra sua própria algemaÉ muito fácil dizer
Que todo político é igual
Que é farinha do mesmo saco
Que é ladrão e desleal
Difícil é se informar
Pesquisar, fiscalizar
Eis aí o grande malTem gente que troca voto
Por cimento, dentadura
Camiseta, cesta básica
Favores na prefeitura
Quem compra votos, errou
E quem vende, já cavou
Sua própria sepulturaSeja participativo
Fuja da alienação
Não se deixe enganar
Pra não piorar a Nação
Se você votar errar
Nosso povo tá ferrado
Faça uma reflexãoTem até uns mandamentos
Pra melhorar a Nação
Não deixe de votar é
O primeiro, em questão
Pense no que estou falando
Não vote contrariando
Sua própria opiniãoProcure não contemplar
Quem espalha dissabores
Seu voto é valioso
Não o troque por favores
Manchetes sempre eu leio
Que nosso País tá cheio
De corruptos, corruptoresNão vote sem conhecer
O programa do candidato
E também sua conduta
Caráter de fino trato
Aquele que bem analisa
Não deixa nenhuma pesquisa
Mudar o seu voto, de fatoA política tá na bíblia
Na família, na igreja
Na indústria, no futebol
Tá no jornal e na veja
Pra eleger um novo Papa
Tem eleição, nem lá escapa
Ora, amém! Que assim sejaA política tá na escola
Na rua, na construção
Tá na roda de amigos
Na cidade e no sertão
Com ética e dignidade
Com política de verdade
Se constrói uma NaçãoSe você está pensando
Em seu voto anular
Diz que vai votar em branco
Somente pra protestar
Nem assim, tô lhe afirmando
Alguém vai sair ganhando
O melhor é participarPra grande parte do povo
A política tanto faz
Não se lembra em quem votou
Há quatro anos atrás
O que se faz em um segundo
Ajuda a mudar o mundo
Reflita! Você é capaz!O país se mobilisa
É tempo de eleição
Aí estão os candidatos
Apertando sua mão
Analise suas propostas
Não devemos dá as costas
Pros problemas da regiãoNão vote naqueles que
Fogem da democracia
Se envolvem em escândalos
Propinas do dia-a-dia
Falta vontade política
A minoria pratica
O dom da cidadaniaPense e dia não aos “drogas”
Aos bandidos da Nação
Se não fosse a impunidade
Não haveria corrupção
Quem rouba pouco vai preso
Quem rouba muito sai ileso
É grande a esculhambaçãoFora o voto tem outra arma
Que é forte, tem poder
É a mobilização
Sua força faz tremer
Quando o povo tá unido
Ele não será vencido
Só basta a massa quererMas parece que o povo
Há tempo se acomodou
Não almeja mais mudanças
Acomodado ficou
Revolução pelo voto
Não é um jogo da loto
É a chance que restouA política só é chata
Para quem não participa
Para quem não tem um sonho
Não luta, não antecipa
Pra quem não crê no futuro
Só fica em cima do muro
O corrupto mete a ripaSepare o joio do trigo
Não julgue que todos são
Iguais em picaretagem
Roubalheira, podridão
Amigo! não leve a mal!
Pois pessoa desigual
Há em qualquer profissão.Espero que esses versos
De cordel e poesia
Ajude ao eleitor
Votar com soberania
Que a cada eleição
A nossa população
Alcance a cidadania.Fim.
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Rogério Costa
animação e humor_
ola pessoa!
veja só que filme legal e sarcástico. muito loco mano!
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Rogério Costa
despocotizando o BraZil
Volta e meia questiono sobre qual motivo boa parte dos brasileiros não valorizam a riqueza que tem e graças ao consumo, consegue seus 15 minutos de fama graças a modinhas ou mesmo estrangeirismos vindos de outras bandas do planeta.
Nossa história é rica, as referências de paisagens, cultura, valores e… enfim! Como diria Roberto Carlos – são tantas emoções – que ser aprovei
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Rogério Costa
Enriquecendo o Vocabulário

Um dia desses durante a aula de publicidade me deparei com uma palavra um tanto curiosa. Espevitada. É interessante como adjetivos com características de atrevimento, inquietação, ousadia e outros podem ser resumidos em uma única palavra – espevitada.Pois éh! Foi exatamente este termo que o professor utilizou ao se referir a uma pessoa que é literalmente espevitada.
Tenho a impressão de que essa palavra era usada pelos meus tataravós e hoje pode ser usada com significados criativos e talvez exóticos.
Tudo isso é tão curioso que eu fiz questão de pegar na estante, o velho dicionário que comprei ainda na terceira série, por sinal estava todo empueirado, e contemplei o verdadeiro significado da palavra em questão.
Hoje se fala muito da tendência “retro”. Talvez essa seja uma boa palavra a ser agredada no repertório cultural humano.
Afinal, estimular a criatividade pode ser algo muito excitante de se fazer!
espevitarv. tr.,
aparar o morrão de;
atiçar, avivar;fig.,
estimular;pop.,
tornar afectado;v. refl.,
mostrar-se afectado, atrevido nos modos ou no falar.





