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rogério costa.
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Gambiarra
A segunda etapa do núcleo de pesquisa em direção de arte dá continuidade ao tema Destruição como elemento poético, a partir da relação com materiais abandonados, em diferentes formas.
A pesquisa consiste em descobrir como a apropriação dos materiais pode desenvolver novas poéticas pela ressignificação.
O foco da criação é uma “fábrica de chuva”, contruída pela prática da Gambiarra.
Ministrante da oficina: Renato Bonelli Rebouças, Diretor de arte do Grupo XIX de Teatro.
Tema das fotos: chuva & lixo.
———————-Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
(…)
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
(…)
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
(…)Trecho da música Chuva de Mariza // Composição: Jorge Fernando
———————-
Outras fotos no http://flickr.com/matofino/show -
rogério costa.
repensando soluções e conceitos
“a função do design, além da estética, é tornar um produto funcional. é transformar informação em comunicação!”
pensar em design diante da gestalt é considerar processos e conceitos além de outros conhecimentos, como sociologia, antropologia, história da arte, composição, boas influências, bom senso etc.
em tempos de soluções sustentáveis é comum afirmações como “design ta na moda”. propor uma compreensão mais clara do que é design pode nos dar uma direção mais específica dos resultados.
a comunicação anda de braços abertos em todos os aspectos – uma ferramenta fundamental para que todos saibam seu papel individual e coletivo na sociedade. repensar os significados de solução e conceito vai além das idéias de resolver um problema ou fazer juízo de alguma coisa.
levando em conta as mudanças que o mundo vem sofrendo, é importante pensar que uma solução deve ir além do lucro. podemos sim adotar resultados sustentáveis e incondicionais que, globalmente, sempre irão evoluir.
vitor lourenço (designer de interação do yahoo! brasil) afirma que as pessoas pouco se interessam em apreciar as habilidades do designer. pelo contrário, apreciam o “algo importante” do design.
portanto, pensar e comunicar essas informações de forma clara e simples, contribuirá na formação de valores importantes para a mudança de conduta em benefício do bem comum.
provavelmente, simplificar tudo até o ponto de tornar-se óbvio pode ser tão funcional quanto às composições de nossa sociedade.
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rogério costa.
site por etapas
denominado canal de comunicação, se bem projetado, o seu site pode render bons resultados.
veja quatro dicas que fazem a diferença na hora da criação:
arquitetura da informação
organizar o conteúdo é fundamental para estruturação do site (site map). é neste momento que será definido quais serão as páginas do site, que informações serão inseridas, imagens, layout etc.usabilidade
talvez essa seja a aurea da internet. qual a interação que seu site oferecerá ao usuário?
uma navegação prática com um grau elevado de facilidade proporciona prazer ao usuário. durante a diagramação, de atenção especial aos menus.design
a interface pode impressionar ou não o seu cliente internauta. estudo de cores é um dos principais itens a serem tratados com especial atenção pois, é o que da vida ao site e cativa as pessoas.
um bom design facilita a leitura de modo geral e provoca boas sensações.funcionalidade
preocupar-se com a velocidade, a função e o carregamento do site é imprescindível. leve em conta sempre os diversos tipos de tecnologias disponíveis no mercado para que seu trabalho não seja perdido.com tudo, existe os “web designeres” que são especialistas em internet e começam a “criar” o site pelo index. não é de admirar que poucos sites são realmente bem produzidos e provocam novos acessos.
o design é apenas uma consequência de um trabalho que começa na mesa de reuniões e brainstorms, que se bem feito, é finalizado com sucesso de público.
e tenho dito: não se começa uma casa pelo telhado.
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influências dos movimentos artísticos no design gráfico
as anotações de hoje são alguns pontos fundamentais e conceitos que podem agregar valor no seu trabalho e atribuir mais conhecimento para sua carreira.
competências
- analisar possibilidades material, plástica ou tecnológica para o desenvolvimento de um projeto utilizando os conhecimentos da evolucação histórica do design;
- interpretar a evolução do design, do neoclássico ao comtemporâneo e destinguir características de estilos e modelos nos diversos períodos da história;
- reconhecer as características plásticas envolcidas no trabalho de design;
- posicionar-se artisticamente perante a produção artística, nos períodos neoclássico ao contemporâneo;
- reconhecer no contexto contemporaneo manifestações artísticas e culturais que enriqueçam o processo de trabalho do designer.
habilidades
- identificar elementos pláticos dos movimentos artísticos;
- identificar pontos de referência histórica ligados ao projeto trabalhado;
- identificar no contexto histórico as diversas formas de manifestação artística;
- coletar informações com conhecimento, segurança e criatividade.
bases tecnológicas
- reconhecer movimentos artísticos;
- noções de cultura, sociedade e história da arte;
- contexto histórico – imagem e leitura da arte;
- contexto histórico e construção da imagem;
- arte e sociedade comtemporânea;
- conceitos dearte comtemporânea;
- manifestações artísticas.
leia e pesquise sempre!
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rogério costa.
movimento e transformação
arrumando a bagunça do meu quarto, percebi que tenho bastante material guardado e que posso disponibilizar essas informações aqui no blog.
diariamente, vou postar uma série de dicas bem interessantes sobre design gráfico. são técnicas simples que fazem a diferença.
aparecendo dúvidas é só perguntar ok. vamos lá!
proposta: criar movimento e transformação
técnica: livre
imagem/ilustração: livre
formato: canson a3
especificações: fazer repetição da imagem, sangrar a imagem em dois pontos da folha, utilizar tamanhos diferentes da ilustração (ampliação e redução), trabalhar movimentos em sequencia, não usar cores reais, trabalhar luz e sombra e não esquecer do começo, meio e fim.você pode utilizar tintas como guache, acrílica, aquarela dentre outras.
eu utilizei guache e lápis de cor. primeiro molhei o canson, depois, fui passando e/ou sobrepondo camadas aguadas de guache.
depois de seco, trabalhei o volume (luz e sombra) com o lápis de cor.
dica: tenha paciência.


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Rogério Costa
composição e tipografia_
fica ai uma dica bacana de como fazer uma boa diagramação e utilizar bem as fonts.
basicamente as dicas de diagramação resume-se um linhas guias.
espero que você goste do vídeo.
até breve!
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Rogério Costa
O que é Fanzine?
Fanzine vem do inglês “Fanatic Magazine”, que literalmente significa “Revista de fãs”.
São produzidos por quaisquer pessoas que queiram se comunicar com determinado grupo e sobre determinado assunto, seja para falar de moda, música, política, cinema, natureza, humor.
Os fanzines podem abranger qualquer tipo de assunto, sempre se identificando por não possuir vínculo com o mercado.
No Brasil, o termo fanzine é genérico para toda produção independente, seja ela feita por fãs ou resultado de produção artística inédita.
A produção de fanzines no Brasil dos últimos anos vem crescendo e é, por vezes, uma reação dos artistas e do público ao descaso das editoras, por exemplo, na produção nacional de quadrinhos.
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Rogério Costa
Comunicação Multisensorial
Este cartaz é parte do meu TCC de design no “kk”. A idéia era que o leitor “normal” pudesse perceber os canais multisensoriais e integrasse a mensagem do cartaz com a instituição Ahimsa.
O mundo na ponta dos dedos seria o mesmo que você pegar nas mãos o cartaz impresso e verificar os canais representados a seguir:
- Visual – composto pela composição geral da peça;
- Cinestésico – representado pela sequência de circulos;
- Auditivo – a ilustração mostra os trens de São Paulo que por sinal são barulhentos.





