Atualizações do Junho, 2009 Hide threads | Atalhos de teclado

  • repensando soluções e conceitos 

    rogério costa. 12:55 am em 19/06/2009 Link Permanente | Responder
    Tags: conceito e design, função do design, gestalt, repensando conteitos, sustentabilidade

    “a função do design, além da estética, é tornar um produto funcional. é transformar informação em comunicação!”

    pensar em design diante da gestalt é considerar processos e conceitos além de outros conhecimentos, como sociologia, antropologia, história da arte, composição, boas influências, bom senso etc.

    em tempos de soluções sustentáveis é comum afirmações como “design ta na moda”. propor uma compreensão mais clara do que é design pode nos dar uma direção mais específica dos resultados.

    a comunicação anda de braços abertos em todos os aspectos  – uma ferramenta fundamental para que todos saibam seu papel individual e coletivo na sociedade. repensar os significados de solução e conceito vai além das idéias de resolver um problema ou fazer juízo de alguma coisa.

    levando em conta as mudanças que o mundo vem sofrendo,  é importante pensar que uma solução deve ir além do lucro. podemos sim adotar resultados sustentáveis e incondicionais que,  globalmente, sempre irão evoluir.

    vitor lourenço (designer de interação do yahoo! brasil) afirma que as pessoas pouco se interessam em apreciar as habilidades do designer. pelo contrário, apreciam o “algo importante” do design.

    portanto, pensar e comunicar essas informações de forma clara e simples, contribuirá na formação de valores importantes para a mudança de conduta em benefício do bem comum.

    provavelmente, simplificar tudo até o ponto de tornar-se óbvio pode ser tão funcional quanto às composições de nossa sociedade.

     
  • boas vindas no mundo publicitário 

    rogério costa. 3:42 am em 11/03/2009 Link Permanente | Responder

    jovens universitários não conseguem lidar com o mercado de trabalho criativo. profissionais alegam que o problema está na falta de preparo e os calouros dizem que a área é fechada.

    pesquisadores e professores apontam a falta de preparo como a principal causa. “hoje, o conhecimento acadêmico já não é suficiente. a formação humana, ou seja, o repertório polissêmico, é que faz a diferença na carreira do universitário” é o que afirma a cineasta Laís Bodanzky.

    por outro lado, os jovens questionam o desinteresse do mercado em recebê-los de maneira criativa.

    podemos dizer que bons relacionamentos e uma formação adequada é o cartão de boas vindas no mundo publicitário.

    portanto, não exite em buscar informações extracurriculares, dedicar-se a profissão e convencer o mercado de que você está preparado.

     
  • uma aventura divertida 

    rogério costa. 4:02 am em 04/03/2009 Link Permanente | Responder

    conseguir utilizar o chinelo é para muitos uma aventura rara e ao mesmo tempo prazerosa.

    a “formalidade” do dia-a-dia em meio ao trabalho, escola, transporte e caminhadas rotineiras limita o hábito de usar o chinelo.

    é comum entre os jovens, o uso contínuo do tênis/sapato por mais de 15 horas ao dia. como diria machado de assis em memórias póstumas de braz cubas, “livrar-se do sapato, apreciar a liberdade e sentir a refrescância da natureza, gera um prazer intenso e gostoso.”

    alterar alguns costumes do cotidiano melhoraria nossa qualidade de vida. podemos utilizar o chinelo na escola, no shopping, na balada e fazer disso uma aventura única e divertida.

     
  • preciosidade_ 

    rogério costa. 3:27 am em 25/12/2008 Link Permanente | Responder
    Tags: contraste, , crítica, repertório, rogério

    se existe algo que me chama atenção nesse mundo é o tal do contraste. às vezes tenho a convicção de ser oposto ao tradicional.

    volta e meia flagro-me avaliando a oposição entre coisas ou pessoas, uma crítica louca que sustenta e sobressai sobre pontos de vista alheios.

    mesmo pesquisando, lendo, navegando, dormindo, pirando, aparecem os intelectos impondo regras e questionamentos sem fundamentos. apenas reforçam meu modelo de mundo.

    neste momento, estou convicto de ser uma pessoa admirável. com cara de menino, mas com pensamento de gente grande.

    por isso, vale a pena apostar na busca de oportunidade e iniciativa por novos trabalhos e propor soluções ao passo que, a autoconfiança esteja sincronizada com os desafios.

    para fechar o assunto, quero resgatar uma palavra preciosa que complementa o assunto: repertório.

     
  • o cliente não lê_ 

    Rogério Costa 12:14 am em 21/10/2008 Link Permanente | Responder

    faz tempo que eu digo: “o cliente não lê o que aprova”. é verdade!

    recentemente enviei provas de mídia impressa para que clientes diferente as aprovassem. adivinha… as artes foram aprovadas só pelo fato de estarem “bonitas”.

    obviamente que não envie as peças com erros propositalmente.

    o fato que me intriga é até que ponto a aprovação é tão importante se o cliente não lê.  por outro lado, o receptor da mensagem (leitor) não perdoa qualquer erro de redação.

    como explicar este fato? já pesquisei e não achei resposta. confesso que se isso continuar acontecendo vou escrever uma tese sobre o tema.

    isso já aconteceu contigo?

     
  • reflexão criativa_ 

    Rogério Costa 11:29 am em 12/08/2008 Link Permanente | Responder

    aproveitando o insight do post anterior, hoje trago mais dicas fundamentadas na matéria publicada na revista Propaganda (nº 618, nov/2002).

    que profissionais e professores já descartaram há muito tempo a idéia do criativo nato ninguém tem mais duvidas. a pergunta é: como ser diferente e inovador dentro de um globo cheio de paradoxos?

    Silvio Matos, publicitário brasileiro, é categórico: “além da paixão pelo que faz, o publicitário tem de ser curioso, interessado por tudo e muito persistente.”

    o que fazer então quando se tem apenas a vontade de se tornar um publicitário? para Carlos Domingos, primeiro o candidato a profissional tem de saber exatamente o que é a atividade e como atua um publicitário.

    “fiz um levantamento com pessoas que estavam se formando e descobri que a maioria não sabia nada da profissão.” bom! Se você chegou até aqui e já leu o famoso manual do estudante do ccsp, imagino que ficou com uma pulga atrás da orelha ou não. quer um exemplo? o publicitário Washington Olivetto sempre declara: “sou aberto para todas as influências.”

    o interesse pela criação é resultado do glamour que a mídia transmite sobre a atividade, sempre destacando publicitários famosos, como se a profissão garantisse muito dinheiro para qualquer um.

    sabe aquela idéia de trabalhar na agência diante a um copo de uísque? eu respondo: não existe! para você ser criativo no mínimo deverá interiorizar o maior número possível de referências desde a pré história, arte rupestre até os dias atuais da alta tecnologia. ou seja, tudo e mais um pouco!

    com toda essa bagagem de conhecimento, “o objetivo é estimular o cara com perfil criativo e desestimular os pára-quedistas, que querem entrar na profissão só porque não têm jeito para outra coisa.”

    afinal, você já escutou a famosa frase “não sabe o que fazer? zaz administração!”
    não é diferente na publicidade, concorda?
    e ai gostou? volte sempre!

     
  • oS dois lados da moeda 

    Rogério Costa 1:56 am em 15/06/2008 Link Permanente | Responder

    Penso que imprescindível para uma pessoa de comunicação, conhecer os extremos da cultura brasileira e entender os processos impostos pela ideologia.

    A ex-banda Planet Hemp bem que tentou comunicar as ‘esperteZas’ das classes dominantes… Tentou!

    Para relembrá-los e propor uma reflexão sobre o mundo publicitário, quero compartilhar está música:

     
  • despocotizando o BraZil 

    Rogério Costa 4:10 am em 27/05/2008 Link Permanente | Responder

    Volta e meia questiono sobre qual motivo boa parte dos brasileiros não valorizam a riqueza que tem e graças ao consumo, consegue seus 15 minutos de fama graças a modinhas ou mesmo estrangeirismos vindos de outras bandas do planeta.

    Nossa história é rica, as referências de paisagens, cultura, valores e… enfim! Como diria Roberto Carlos – são tantas emoções – que ser aprovei

     
  • Compartilhando pensamentos… 

    Rogério Costa 9:15 pm em 04/03/2008 Link Permanente | Responder

    Hoje trago um texto excrito por Nizan Guanaes para uma formatura, paraninfo que era de turma na Faap. Olhe só o que este publicitário escreveu…Deve ser por isso que ele é um dos melhores redatores do mundo e sócio da agência DM9.
    Merece ser lido ….


    SUCESSO

    Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns.

    Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.

    Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.

    Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.

    Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.

    E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

    A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no,Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo”.E ela responde: “Eu também não, meu filho”.

    Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar, tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

    Meu segundo conselho:Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.

    Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como Homem. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.

    Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:”seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito”.É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.É preferível o erro à omissão.O fracasso, ao tédio.O escândalo, ao vazio.

    Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.

    Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.

    Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e, caminhar sempre com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

    Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!

    Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.

    Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.

    Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso.

    Trabalho não mata.. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.

    O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta, enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

    Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam.

    Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmoo senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

    E isso se chama sucesso.

     
  • Brasil. O país dos impostos! 

    Rogério Costa 8:12 pm em 28/02/2008 Link Permanente | Responder

     
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